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| Alan Júnior em ação pelos juniores do Vasco |
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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Atacante criado no Vasco acerta com time paranaense
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Vasco prorroga contrato de dois titulares
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| Jomar tem contrato até 2015 |
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Zagueiro revelado pelo Vasco acerta com o Stuttgart-ALE
| Vilson foi para o Stuttgart |
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Especial Vascaínos pela Europa
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| Allan em ação pela Udinese |
Em razão disto, fiz um selecionado com jogadores revelados pelo Cruz-Maltino que estão disputando esta temporada por clubes europeus. Nesta lista, os onze atuam em cinco países diferentes e todos em equipes distintas.
Confira!
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domingo, 5 de julho de 2009
Willen e Philippe Coutinho, a volta da tradição de "Cosme e Damião"
Por André SchmidtA fama de produzir artilheiros em São Januário já é conhecida, porém, o que é por poucos notado é a subida sempre de duas revelações. O que é mais curioso é que normalmente sobem um meia-atacante e um centroavante. Exemplo mais recente da promoção da dupla "Cosme e Damião" - como são conhecidos os PM's que andam em dupla, pelo menos no Rio de Janeiro - é a promoção do apoiador Philippe Coutinho e do atacante Willen. O Blog Boteco do Portuga listou para vocês, vascaínos, algumas duplas recentemente reveladas pelo Vasco. Algumas deram certo, outras nem tanto...
1987/1988 - Bismarck e Sorato (o atacante subiu apenas em 88, um ano após seu parceiro)
1992 - Valdir e Edmundo
1993 - Yan e Gian
1994 - Pedro Renato e Jardel (Jardel havia surgido em 93, mas conquistou maior destaque após os gols marcados na final do Carioca)
1995 - Richardson e Brener
1997 - Luís Cláudio e Pedrinho (Pedrinho já havia disputado outras duas temporadas pelo clube mas despontou mesmo em 97).
1998 - Dias e Dedé
1999 - Zada e Fabiano Silva
2000 - Siston e Rogério
2001 - Léo Lima e Souza (os dois vieram do Madureira mas com idade de juniores)
2002 - Geovani e Cadu
2003 - Moraes e Anderson
2004 - Muriqui e André Lima (os dois vieram do Madureira mas com idade de juniores ainda e subiram no mesmo ano para os profissionais)
2005 - Rafael e William
2006 - Madson e Bruno Meneghel
2008 - Allan Kardec e Alex Teixeira
2009 - Willen e Philippe Coutinho
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Entrevista exclusiva com Marcelo Cordeiro, lateral esquerdo do Internacional-RS revelado pelo Vasco
Por André SchmidtFICHA DO JOGADOR
Marcelo Cordeiro de Souza
Lateral, 12/04/1981, Niterói-RJ
PELO VASCO
Não atuou como profissional
AS - Marcelo, você passou muito tempo na base vascaína e quando estava para subir, lhe dispensaram. Você guarda alguma mágoa do clube ou da antiga diretoria?
MC - Não guardo mágoa porque as pessoas que me prejudicaram não estão mais no Vasco, já saíram. E é sempre isso que acontece, eles afundam o clube e vão embora.
AS - Assim como você, Wescley, Hélton, Rony, Possato, Siston e Botti, subiram para os profissionais em uma época em que a equipe contava com diversos "medalhões". Você acha que isto dificultou a adaptação de vocês no clube?
MC - Acho que não. Peguei uma época onde o Vasco tinha dinheiro e por isso investia em jogadores de nome, mas no momento em que estourei a idade no júnior, o Vasco já não atravessava uma fase muito boa e só tinha o Edinho como lateral. Mas por motivos que não sei explicar, preferiram subir o meu reserva e me deixaram nos juniores.
AS - Você se sentia desprestigiado no Vasco quando acaba sendo emprestado a clubes pequenos, como o Bragantino, por exemplo?
MC – Não acho, até porque eu vejo que é importante o jogador ganhar experiência e se não estiver sendo aproveitado é bom que seja emprestado para que possa se manter em atividade e mostrar o seu valor para voltar e jogar no seu time de origem.
AS - Essas passagens por equipes de pequeno investimento fizeram com que você se motivasse ainda mais para dar a volta por cima e retornar a vitrine do futebol brasileiro?
MC - Quando você vai para uma equipe menor, você realmente vê a diferença que é a pequena da grande. Isso p mim só me deu ainda mais vontade de trabalhar e estar sempre bem para que eu continue sempre em uma equipe grande, ainda mais aqui no Internacional que é uma equipe onde muitos gostariam de jogar e poucos têm essa chance. Concluindo, serviu para que hoje eu possa dar muito valor ao clube que estou.
AS - Você atualmente está no Internacional e conquistou o vice-campeonato da Copa do Brasil e o campeonato gaúcho. Você achava que retornaria para um grande clube após a sua saída pela "porta de trás" de São Januário?
MC - Claro que certeza a gente nunca tem, mas sempre acreditei no meu potencial e tudo era questão de oportunidade. Quando se tem qualidade tem que estar trabalhando, aguardando a oportunidade, porque quando ela vier você estará pronto.
AS - No ano passado você teve a oportunidade de voltar à São Januário e participar de um dos jogos mais importantes da história do Vasco, infelizmente marcado pelo rebaixamento do clube. O que passou na sua cabeça quando voltou a pisar no gramado em que iniciou a sua carreira e ainda mais ajudando no rebaixando do clube?
MC - Para falar a verdade queria muito jogar essa partida, tanto q o Mancine queria dar férias já para alguns jogadores que atuaram muitos jogos e eu fui o único titular que não quis. Acabou a diretoria vetando a escalação de reservas. Mas como falei, queria muito jogar porque era a hora de provar q eu merecia um tratamento melhor, porque qualidade eu sempre tive, afinal foram dez anos de Vasco, de 92 à 02, e não tive reconhecimento nenhum!
AS - Mesmo não tendo atuado pelos profissionais, qual momento dentro do Vasco lhe marcou mais?
MC - Tive muitos momentos bons, afinal foram dez anos de Vasco. Mas acho que o mais marcante foi o título carioca de juniores, em 2001, onde tive um desempenho muito bom e nosso grupo de jogadores era de muita qualidade e amizade.
AS - Você aceitaria retornar ao Vasco se houvesse o interesse da diretoria?
MC - Sem dúvidas, até porque passei toda a minha infância em São Januário e não realizei meu sonho de jogar no profissional. Tenho um desejo que até o fim da minha carreira eu voltarei a jogar no Vasco, para que eu possa me sentir realizado profissionalmente, e dar muitas alegrias a torcida vascaína que é maravilhosa!
AS - Mande um recado para a torcida vascaína!
MC - Que vocês continuem sendo essa torcida apaixonada, empolgante e incentivem o time até o final, porque para nós, que somos jogadores, a força da torcida é essencial!
PELO VASCO
Não atuou como profissional
AS - Marcelo, você passou muito tempo na base vascaína e quando estava para subir, lhe dispensaram. Você guarda alguma mágoa do clube ou da antiga diretoria?
MC - Não guardo mágoa porque as pessoas que me prejudicaram não estão mais no Vasco, já saíram. E é sempre isso que acontece, eles afundam o clube e vão embora.
AS - Assim como você, Wescley, Hélton, Rony, Possato, Siston e Botti, subiram para os profissionais em uma época em que a equipe contava com diversos "medalhões". Você acha que isto dificultou a adaptação de vocês no clube?
MC - Acho que não. Peguei uma época onde o Vasco tinha dinheiro e por isso investia em jogadores de nome, mas no momento em que estourei a idade no júnior, o Vasco já não atravessava uma fase muito boa e só tinha o Edinho como lateral. Mas por motivos que não sei explicar, preferiram subir o meu reserva e me deixaram nos juniores.
AS - Você se sentia desprestigiado no Vasco quando acaba sendo emprestado a clubes pequenos, como o Bragantino, por exemplo?
MC – Não acho, até porque eu vejo que é importante o jogador ganhar experiência e se não estiver sendo aproveitado é bom que seja emprestado para que possa se manter em atividade e mostrar o seu valor para voltar e jogar no seu time de origem.
AS - Essas passagens por equipes de pequeno investimento fizeram com que você se motivasse ainda mais para dar a volta por cima e retornar a vitrine do futebol brasileiro?
MC - Quando você vai para uma equipe menor, você realmente vê a diferença que é a pequena da grande. Isso p mim só me deu ainda mais vontade de trabalhar e estar sempre bem para que eu continue sempre em uma equipe grande, ainda mais aqui no Internacional que é uma equipe onde muitos gostariam de jogar e poucos têm essa chance. Concluindo, serviu para que hoje eu possa dar muito valor ao clube que estou.
AS - Você atualmente está no Internacional e conquistou o vice-campeonato da Copa do Brasil e o campeonato gaúcho. Você achava que retornaria para um grande clube após a sua saída pela "porta de trás" de São Januário?
MC - Claro que certeza a gente nunca tem, mas sempre acreditei no meu potencial e tudo era questão de oportunidade. Quando se tem qualidade tem que estar trabalhando, aguardando a oportunidade, porque quando ela vier você estará pronto.
AS - No ano passado você teve a oportunidade de voltar à São Januário e participar de um dos jogos mais importantes da história do Vasco, infelizmente marcado pelo rebaixamento do clube. O que passou na sua cabeça quando voltou a pisar no gramado em que iniciou a sua carreira e ainda mais ajudando no rebaixando do clube?
MC - Para falar a verdade queria muito jogar essa partida, tanto q o Mancine queria dar férias já para alguns jogadores que atuaram muitos jogos e eu fui o único titular que não quis. Acabou a diretoria vetando a escalação de reservas. Mas como falei, queria muito jogar porque era a hora de provar q eu merecia um tratamento melhor, porque qualidade eu sempre tive, afinal foram dez anos de Vasco, de 92 à 02, e não tive reconhecimento nenhum!
AS - Mesmo não tendo atuado pelos profissionais, qual momento dentro do Vasco lhe marcou mais?
MC - Tive muitos momentos bons, afinal foram dez anos de Vasco. Mas acho que o mais marcante foi o título carioca de juniores, em 2001, onde tive um desempenho muito bom e nosso grupo de jogadores era de muita qualidade e amizade.
AS - Você aceitaria retornar ao Vasco se houvesse o interesse da diretoria?
MC - Sem dúvidas, até porque passei toda a minha infância em São Januário e não realizei meu sonho de jogar no profissional. Tenho um desejo que até o fim da minha carreira eu voltarei a jogar no Vasco, para que eu possa me sentir realizado profissionalmente, e dar muitas alegrias a torcida vascaína que é maravilhosa!
AS - Mande um recado para a torcida vascaína!
MC - Que vocês continuem sendo essa torcida apaixonada, empolgante e incentivem o time até o final, porque para nós, que somos jogadores, a força da torcida é essencial!
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sábado, 16 de maio de 2009
Entrevista exclusiva com Danilo, ex-atacante da base vascaína
Por André Schmidt
Seguindo a série de entrevistas com ex-vascaínos - principalmente revelados pela base vascaína -, o Blog Boteco do Portuga trás um pouco mais sobre Danilo Júlio, ou Danilo, como era conhecido na base. A jovem revelação que sequer teve oportunidades na equipe principal fala sobre a sua passagem pela África do Sul, Dinamarca e a vontade de voltar a vestir a camisa do Vasco.
AS - Como você definiria o seu estilo de jogo Danilo?
DJ- Eu defino meu estilo de jogo como sendo um atacante rápido,forte e que usa bem as duas pernas.
AS - Você sempre foi um dos grandes detaques dos juniores, você acredita que poderia ter subido para os profissionais, mesmo ainda estando muito novo naquela época?
DJ- Passei a ser destaque nos juniores, no estadual de 2006,sendo o artilheiro do Vasco na competição. Acredito sim que poderia ter sido aproveitado naquela época mesmo sendo ainda muito novo,fui formado no clube e acredito que estava preparado pra jogar,mas tudo bem Deus não quiz assim.
AS - Por que você optou por sair do Brasil tão jovem? Você se arrepende?
DJ - Optei por sair do Brasil porque percebi que não teria oportunidades com o Renato,treinador naquela época. E porque era uma vontade minha sair do Brasil pra jogar no exterior. Passei pela Africa do Sul por dois anos e depois indo pra Dinamarca.
AS - Como está a sua carreira atualmente?
DJ - No momento estou no Brasil me recuperando de uma lesão no tornozelo,tendo feito o tratamento com o Dr. Paulo César do Vasco e agora fazendo o trabalho de parte física no time da Univerdade Castelo Branco ( estando sem clube no momento).
AS - Foi difícil jogar em um país tão diferente, em relação aos costumes, clima, tudo?DJ- Foi bem difícil no inicio a adaptação fora do Brasil,principalmente em relação ao idioma,clima e a maneira de jogar são mais tranquilos.
AS - Você fez muitos amigos na base vascaína? Ainda tem contato com os atletas ou acompanha a carreira deles?
DJ - Fiz muitos amigos sim na base do Vasco,foram 7 anos de clube. Alguns amigos pararam de jogar outros ainda jogam,o que tenho mais contato hoje é o Mateus,mas tenho acompanhado a carreira do Morais,Madson,etc...
AS - Do que você sentia mais falta na Dinamarca?
DJ - Quando ainda estava na Dinamarca o que mais sentia falta era família,amigos e a noiva que estava aqui no Brasil.
AS - Tem vontade de voltar a vestir a camisa do Vasco?
DJ - Voltar a vestir a camisa do Vasco ainda é uma das minhas metas,afinal não tive esse privilégio entre os profissionais.
AS - Mande um recado para a torcida cruzmaltina.
DJ - Quero dizer a torcida cruzmaltina que tenho um carinho muito grande ao Clube de Regatas Vasco da Gama,sou grato por tudo que vivi lá dentro. O Vasco está ferido mais não destruido,quando voltar será novamente vitorioso como sempre foi.
Entrevista exclusiva com Danilo, ex-atacante da base vascaína
Por André Schmidt
Seguindo a série de entrevistas com ex-vascaínos - principalmente revelados pela base vascaína -, o Blog Boteco do Portuga trás um pouco mais sobre Danilo Júlio, ou Danilo, como era conhecido na base. A jovem revelação que sequer teve oportunidades na equipe principal fala sobre a sua passagem pela África do Sul, Dinamarca e a vontade de voltar a vestir a camisa do Vasco.
AS - Como você definiria o seu estilo de jogo Danilo?
DJ- Eu defino meu estilo de jogo como sendo um atacante rápido,forte e que usa bem as duas pernas.
AS - Você sempre foi um dos grandes detaques dos juniores, você acredita que poderia ter subido para os profissionais, mesmo ainda estando muito novo naquela época?
DJ- Passei a ser destaque nos juniores, no estadual de 2006,sendo o artilheiro do Vasco na competição. Acredito sim que poderia ter sido aproveitado naquela época mesmo sendo ainda muito novo,fui formado no clube e acredito que estava preparado pra jogar,mas tudo bem Deus não quiz assim.
AS - Por que você optou por sair do Brasil tão jovem? Você se arrepende?
DJ - Optei por sair do Brasil porque percebi que não teria oportunidades com o Renato,treinador naquela época. E porque era uma vontade minha sair do Brasil pra jogar no exterior. Passei pela Africa do Sul por dois anos e depois indo pra Dinamarca.
AS - Como está a sua carreira atualmente?
DJ - No momento estou no Brasil me recuperando de uma lesão no tornozelo,tendo feito o tratamento com o Dr. Paulo César do Vasco e agora fazendo o trabalho de parte física no time da Univerdade Castelo Branco ( estando sem clube no momento).
AS - Foi difícil jogar em um país tão diferente, em relação aos costumes, clima, tudo?DJ- Foi bem difícil no inicio a adaptação fora do Brasil,principalmente em relação ao idioma,clima e a maneira de jogar são mais tranquilos.
AS - Você fez muitos amigos na base vascaína? Ainda tem contato com os atletas ou acompanha a carreira deles?
DJ - Fiz muitos amigos sim na base do Vasco,foram 7 anos de clube. Alguns amigos pararam de jogar outros ainda jogam,o que tenho mais contato hoje é o Mateus,mas tenho acompanhado a carreira do Morais,Madson,etc...
AS - Do que você sentia mais falta na Dinamarca?
DJ - Quando ainda estava na Dinamarca o que mais sentia falta era família,amigos e a noiva que estava aqui no Brasil.
AS - Tem vontade de voltar a vestir a camisa do Vasco?
DJ - Voltar a vestir a camisa do Vasco ainda é uma das minhas metas,afinal não tive esse privilégio entre os profissionais.
AS - Mande um recado para a torcida cruzmaltina.
DJ - Quero dizer a torcida cruzmaltina que tenho um carinho muito grande ao Clube de Regatas Vasco da Gama,sou grato por tudo que vivi lá dentro. O Vasco está ferido mais não destruido,quando voltar será novamente vitorioso como sempre foi.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Monte a sua seleção de pratas da casa
Por André Schmidt
O Blog Boteco do Portuga criou mais uma enquete para a interação entre os torcedores vascaínos. Desta vez, a torcida poderá votar nos pratas da casa que hoje atuam por outras equipes. Mais de 40 nomes foram selecionados, desde Sorato e Yan até Léo Borges e Dedé Pantera.
Monte a sua seleção de pratas da casa
Por André Schmidt
O Blog Boteco do Portuga criou mais uma enquete para a interação entre os torcedores vascaínos. Desta vez, a torcida poderá votar nos pratas da casa que hoje atuam por outras equipes. Mais de 40 nomes foram selecionados, desde Sorato e Yan até Léo Borges e Dedé Pantera.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Time poderá entrar em campo sem pratas da casa
Por André Schmidt
O time que entrará em campo, hoje a tarde contra o Duque de Caxias, poderá ter algo de incomum com as equipes dos últimos anos: nenhum atleta revelado na base. Com a possível entrada de Faioli no lugar de Alex Teixeira, os titulares iniciarão a partida somente com jogadores vindos de fora. Tendo como parâmetro a base de 20o8, que contava com o próprio Alex e mais, Matheus, Pablo e Moraes - os dois últimos saíram antes do fim do ano - chega a ser um fato atípico, a escalação sem os pratas da casa. Porém, com as voltas de Allan Kardec e Philippe Coutinho das seleções sub-20 e 17, respectivamente, esse panorama deverá mudar. Outros que poderão ganhar um espaço entre os titulares com o andamente do Carioca são: o volante Matheus e o atacante Carlos Antônio, destaque do Vasco na Copa São Paulo de Juniores e que tem entrado no decorrer das partidas.
O time que entrará em campo, hoje a tarde contra o Duque de Caxias, poderá ter algo de incomum com as equipes dos últimos anos: nenhum atleta revelado na base. Com a possível entrada de Faioli no lugar de Alex Teixeira, os titulares iniciarão a partida somente com jogadores vindos de fora. Tendo como parâmetro a base de 20o8, que contava com o próprio Alex e mais, Matheus, Pablo e Moraes - os dois últimos saíram antes do fim do ano - chega a ser um fato atípico, a escalação sem os pratas da casa. Porém, com as voltas de Allan Kardec e Philippe Coutinho das seleções sub-20 e 17, respectivamente, esse panorama deverá mudar. Outros que poderão ganhar um espaço entre os titulares com o andamente do Carioca são: o volante Matheus e o atacante Carlos Antônio, destaque do Vasco na Copa São Paulo de Juniores e que tem entrado no decorrer das partidas.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
"Sucesso na base, incerteza nos profissionais"
Por André Schmidt
Um dos pontos mais criticados pela torcida nos últimos anos vem sendo a dificuldade em revelar craques dentro de São Januário. Famosa na década de 80 por revelar grandes ídolos em sua base, a "Fantástica Fábrica de Craques" vascaína parece estar passando por um período de crise. Após apresentar para o mundo atletas como Romário, Geovani (veio da Desporiva ainda novo), Bismarck e Mazinho, a década de 90 começou, e junto dela a expectativa em cima de novos talentos cruzmaltinos. Depois de anos colhendo bons frutos, a responsabilidade em cima dos meninos continuou, mas todos demonstravam que fariam por onde. Gian, Yan, Bruno Carvalho e Jardel, eram convocados constantemente para a Seleção de Novos. Time este que conquistou os títulos de campeão Mundial e Sulamericano da categoria. Além destes, o meia Pedro Renato também foi convocado por algumas vezes. Apesar da esperança vascaína nestas promessas, o futuro destes meninos acabou não sendo tão espetacular. Começava a decadência da "Fantástica Fábrica".Muitos jovens continuaram, e continuam, fazendo parte das seleções "subs" do Brasil, porém, assim como no início da outra década, continuam sem vingar. Nomes como Léo Lima, Souza, Muriqui - todos vindos da base do Madureira para a do Vasco - Júnior, Leozinho - que veio das divisões de base do Sport em 2005 - e Moraes, passaram por diversas categorias da Seleção Brasileira mas, ao subir para os profissionais, não alcançaram o mesmo destaque. Do próprio elenco atual, Allan Kardec, Alex Teixeira e Philippe Coutinho, são figurinhas carimbadas nas convocações brasileiras. O primeiro está disputando o Sulamericano Sub-20 e o último está com a Sub-17, no México. Já Teixeira, foi titular da equipe que decepcionou no Pan-Americano do Rio de Janeiro, em 2007. Apesar disso, Alex e Allan ainda não conquistaram a torcida, enquanto que Coutinho já é tratado como ídolo, mesmo sem ter disputado uma partida se quer pelo clube. O jovem meia de 16 anos já está vendido para a Inter de Milão.A Copa São Paulo de Juniores está chegando ao seu final e, novamente, a partipação do Vasco não foi nem de perto o esperado. O torneio é para a revelação de grandes talentos e não de grandes times, porém, pelo o que foi apresentado neste início de ano, seguiremos em uma fase de seca...
Um dos pontos mais criticados pela torcida nos últimos anos vem sendo a dificuldade em revelar craques dentro de São Januário. Famosa na década de 80 por revelar grandes ídolos em sua base, a "Fantástica Fábrica de Craques" vascaína parece estar passando por um período de crise. Após apresentar para o mundo atletas como Romário, Geovani (veio da Desporiva ainda novo), Bismarck e Mazinho, a década de 90 começou, e junto dela a expectativa em cima de novos talentos cruzmaltinos. Depois de anos colhendo bons frutos, a responsabilidade em cima dos meninos continuou, mas todos demonstravam que fariam por onde. Gian, Yan, Bruno Carvalho e Jardel, eram convocados constantemente para a Seleção de Novos. Time este que conquistou os títulos de campeão Mundial e Sulamericano da categoria. Além destes, o meia Pedro Renato também foi convocado por algumas vezes. Apesar da esperança vascaína nestas promessas, o futuro destes meninos acabou não sendo tão espetacular. Começava a decadência da "Fantástica Fábrica".Muitos jovens continuaram, e continuam, fazendo parte das seleções "subs" do Brasil, porém, assim como no início da outra década, continuam sem vingar. Nomes como Léo Lima, Souza, Muriqui - todos vindos da base do Madureira para a do Vasco - Júnior, Leozinho - que veio das divisões de base do Sport em 2005 - e Moraes, passaram por diversas categorias da Seleção Brasileira mas, ao subir para os profissionais, não alcançaram o mesmo destaque. Do próprio elenco atual, Allan Kardec, Alex Teixeira e Philippe Coutinho, são figurinhas carimbadas nas convocações brasileiras. O primeiro está disputando o Sulamericano Sub-20 e o último está com a Sub-17, no México. Já Teixeira, foi titular da equipe que decepcionou no Pan-Americano do Rio de Janeiro, em 2007. Apesar disso, Alex e Allan ainda não conquistaram a torcida, enquanto que Coutinho já é tratado como ídolo, mesmo sem ter disputado uma partida se quer pelo clube. O jovem meia de 16 anos já está vendido para a Inter de Milão.A Copa São Paulo de Juniores está chegando ao seu final e, novamente, a partipação do Vasco não foi nem de perto o esperado. O torneio é para a revelação de grandes talentos e não de grandes times, porém, pelo o que foi apresentado neste início de ano, seguiremos em uma fase de seca...
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